Resumo
Rota dos Sete Lagos e esportes aquáticos
Panguipulli é ponto de partida da Rota dos Sete Lagos, ideal para passeios de barco, rafting, caiaque e outras atividades náuticas.Águas termais e trilhas naturais
A região possui a maior concentração de águas termais do Chile, com complexos em Coñaripe e Liquiñe, além de trilhas na Reserva Mocho-Choshuenco.Herança cultural mapuche e acesso
Comunidades locais mantêm a cultura mapuche viva, e o acesso a Panguipulli é facilitado por conexões aéreas via Temuco ou Valdivia.Há destinos que entregam tudo o que um turista procura em um espaço super compacto. Se você está montando o seu roteiro e pesquisa o que fazer em Panguipulli, prepare-se para descobrir uma das regiões mais surpreendentes e dinâmicas de todo o território chileno.
Conhecida carinhosamente como a “Terra dos Sete Lagos”, essa cidade no sul do Chile concentra cenários que normalmente exigiriam vários dias de estrada.
Em uma única viagem, você vai encontrar águas cristalinas, vulcões nevados, florestas imensas e a forte tradição da cultura mapuche.
A famosa Rota dos Sete Lagos e os esportes
A cidade fica às margens do enorme Lago Panguipulli, que no idioma mapudungun significa “morro dos pumas”. O local é o ponto de partida oficial para a Rota dos Sete Lagos, um circuito cênico maravilhoso que conecta espelhos d’água perfeitos para quem curte passeios de barco e esportes ao ar livre.
A identidade da região está fortemente ligada à água. Se você gosta de aventura, o Rio Fuy é o cenário ideal para rafting, caiaque, pesca esportiva e travessias em rochas basálticas. Já quem prefere ficar em terra firme vai adorar as tirolesas e a vista majestosa dos vulcões desde as praias locais.
Durante o passeio pelo centro, não deixe de visitar a tradicional igreja de madeira. Construída em 1947, ela é o principal marco arquitetônico da cidade e conta um pouco da tradição madeireira que ergueu o destino ao longo das décadas.

Águas termais e trilhas pela natureza
Depois de um dia agitado, nada melhor do que relaxar no corredor termal da região. As áreas de Coñaripe e Liquiñe reúnem cerca de 14 complexos naturais.
É a maior concentração de águas termais no Chile e na América Latina, com piscinas quentinhas que emergem no meio da mata nativa.
Para os fãs de caminhada, a Reserva Nacional Mocho-Choshuenco possui trilhas com vistas espetaculares. Bem pertinho dali fica a Reserva Biológica Huilo Huilo, uma área preservada famosíssima por abrigar hotéis com arquitetura inusitada e cachoeiras de tirar o fôlego.
Outra experiência fantástica na região é cruzar o Lago Pirihueico de balsa. A viagem dura cerca de uma hora e meia e conecta as belezas naturais chilenas ao território da Argentina por meio da fronteira do Paso Hua Hum.
Herança mapuche e como chegar saindo do Brasil
A viagem também garante uma imersão genuína na cultura ancestral.
Em povoados menores como Neltume, Choshuenco e Puerto Fuy, o contato com o povo mapuche se faz presente na culinária típica, no artesanato rico em detalhes e nas caminhadas guiadas pelos próprios moradores locais.
Como organizar a logística da sua viagem
Chegar à cidade saindo do Brasil é mais simples do que parece. O trajeto mais prático é pegar um voo para Santiago e fazer uma conexão aérea rápida para o aeroporto de Temuco (ZCO) ou de Valdivia (ZAL).
Panguipulli fica a menos de duas horas de Valdivia e a três horas de Temuco, com ótimas estradas para quem vai alugar um carro, pegar um transfer ou viajar de ônibus.
O verão, de dezembro a março, é ideal para curtir as atividades náuticas. Já no outono, você ganha florestas coloridas e aproveita o vapor das piscinas quentes em uma atmosfera única.
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