Esqueça a imagem do Panamá apenas como um centro de conexões aéreas ou de engenharia naval.
Em 2026, o país se consolida definitivamente como um destino sensorial de classe mundial, onde a história é contada através do paladar.
De uma capital vibrante reconhecida pela UNESCO a fazendas nas terras altas que produzem o “ouro líquido” do mundo do café, o Panamá convida os viajantes a uma jornada por três pilares essenciais: gastronomia, café e cacau.
Dá uma olhada em três motivos que comprovam a alta da gastronomia local;
1. Cidade do Panamá: Um mosaico de sabores
Não chame apenas de fusão; a cena culinária da capital é um mosaico. Como Cidade Criativa da Gastronomia pela UNESCO, a Cidade do Panamá não apenas mistura, mas honra distintamente suas influências indígenas, afro-antilhanas, espanholas, asiáticas e do Oriente Médio.
- A cena: São mais de 2.400 restaurantes e quiosques transformando bairros em verdadeiros “Corredores Gastronômicos”.
- Inovação social: Chefs locais estão liderando um movimento onde a alta gastronomia encontra o propósito social, apoiados pelo programa Collaboratory, que foca em sustentabilidade e educação. Cada prato servido na cidade hoje conta uma história de evolução cultural.

2. O Café recordista
O Panamá é o lar do café mais exclusivo do planeta: o Geisha. Em 2025, um lote da Elida Estate quebrou recordes mundiais ao ser vendido por impressionantes US$ 30.204 por quilo no leilão internacional Best of Panamá.
Para o viajante, a boa notícia é que provar essa iguaria na fonte é muito mais acessível do que comprá-la em um leilão.
- Onde: Nas regiões de Boquete e Tierras Altas (Província de Chiriquí).
- A experiência: Tours imersivos permitem caminhar pelas fazendas de altitude, conhecer os produtores e entender o terroir único da região.
- Timing perfeito: A temporada de colheita vai de novembro a fevereiro. Ou seja, se você viajar agora, verá as fazendas em plena atividade.
3. O Cacau de Bocas del Toro
Muitos conhecem Bocas del Toro por suas praias, mas a verdadeira riqueza da região cresce na terra. Mais de 1.000 agricultores da etnia indígena Ngäbe-Buglé cultivam cacau orgânico de classe mundial em mais de 5.000 hectares.
- Conexão global: Este cacau é tão puro que é exportado para a Europa para se tornar a base de chocolates suíços famosos.
- Turismo comunitário: Os viajantes podem participar de rituais ancestrais de colheita e moagem, produzindo seu próprio chocolate enquanto apoiam diretamente mais de 1.500 famílias locais. É uma troca cultural profunda que vai muito além do sabor.
O Panamá é um dos destinos internacionais mais acessíveis e conectados para os brasileiros, graças à sua posição estratégica como o “Hub das Américas”.
A maneira mais fácil e rápida é voar com a Copa Airlines. A companhia panamenha mantém uma vasta rede de conexões diretas entre o Aeroporto Internacional de Tocumen (PTY), na Cidade do Panamá, e diversas capitais brasileiras, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Manaus e Porto Alegre.
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